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a usura dos dias

10.12.08

A névoa que não se dissipa

Publicada por Jaime Miranda à(s) 01:53

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Impossível não tentar dizer-te
com as poucas palavras que nos ficam
da usura dos dias
do grotesco discurso que escutamos
proferimos
transidos de sonho no ramal do tempo
onde estamos como ervas
pedrinhas
coisas perfeitamente inúteis
pequenas conversas de ferrugem de musgo
queixas
questiúnculas
arrotos comoventes

Alexandre O´Neill

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